Salmos 6 – Senhor, não me repreendas na tua ira, nem me castigues no teu furor.

Published On: 22 de fevereiro de 2024Categories: Estudo Bíblico

No Salmo 6, vemos Davi recorrendo à misericórdia de Deus em busca do Perdão. Salmos 6:1-3 — Senhor, não me repreendas na tua ira, nem me castigues no teu furor. Tem misericórdia de mim, Senhor, porque sou fraco; sara-me, Senhor, porque os meus ossos estão perturbados. Até a minha alma está perturbada; mas tu, Senhor, até quando?

Na Bíblia, existem Salmos conhecidos como penitenciais e o Salmo 6 está entre eles. Os salmos penitenciais retratam a tristeza pelo pecado. Existe um total de sete Salmos penitenciais, sendo eles os Salmos 32, 38, 51 e 43.

Afinal, o que significa Penitência? A Penitência é o sentimento de culpa causado por uma falha, remorso ou pecado cometido.

Salmos 6 1-3  O reconhecimento, da repreensão e a buscando pela cura

Essa oração realizada no Salmo 6 encoraja os cristãos que estão enfrentando a disciplina de Deus, estando em busca de alcançar a restauração e perdão. Podemos compreender que o Senhor é poderoso e nos perdoa dos nossos pecados, porém enfrentamos as consequências dos nossos atos, pois para todo o pecado existe uma consequência.

Uma das consequências iniciais que podemos destacar ao falarmos do pecado é a morte espiritual. Romanos 6:23 diz: “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor”.

Ao lermos o Salmo 6:3, “Até a minha alma está perturbada; mas tu, Senhor, até quando?”, podemos observar o reconhecimento do salmista em virtude do seu castigo divino. Este versículo demonstra a dor que o salmista enfrentava durante o seu sofrimento, que já perdurava por tempos.

Na oração realizada, fica claro que ele não deseja que o Senhor venha remover a repreensão; ou seja, ele reconhece a necessidade da repreensão sobre a sua vida, porém, ele deseja que essa repreensão ou esse castigo divino venha acompanhado totalmente com a misericórdia. E também podemos compreender que há um pedido para que essa repreensão não venha a ser tão severa a ponto de levá-lo à morte.

Salmos 6:4-5 – A cura da alma torna-se mais importante do que a cura do corpo.

Salmos 6:4-5 – Volta-te, Senhor, livra a minha alma; salva-me por tua benignidade. Porque na morte não há lembrança de ti; no sepulcro quem te louvará?

Este versículo revela o desejo de alcançar a cura do corpo, porém a palavra de Deus nos ensina que mais importante do que a cura física ou do corpo físico é a alma. Então, podemos compreender que o interesse maior naquele momento não era apenas a cura do corpo, mas a cura da sua alma. Além de buscar a presença de Deus próximo a ele, o salmista demonstra um anseio imenso pela misericórdia do Senhor. Compreendemos que Deus é Amor, misericórdia e justiça; essas três qualidades fazem parte do caráter de Deus e nós, como servos do Senhor, devemos buscar e clamar ao Senhor para que Ele responda às nossas orações segundo o seu propósito, exaltando o seu caráter e benevolência para conosco.

Salmos 6:6-9 – Reflexões sobre a Angústia e a Esperança e a Certeza da resposta de Deus.

Salmos 6:6-7 – Já estou cansado do meu gemido, toda a noite faço nadar a minha cama; molho o meu leito com as minhas lágrimas. Já os meus olhos estão consumidos pela mágoa, e têm-se envelhecido por causa de todos os meus inimigos.

Quando analisamos estes Salmos, compreendemos que o salmista já estava sofrendo por algum tempo. Quando o salmista diz: “mas tu, Senhor, até quando?”, devemos compreender que o tempo de Deus é diferente do nosso tempo, e isso nos leva a concluir que as consequências daquilo que fazemos irão perdurar em nossas vidas durante o tempo que Deus achar necessário.

Salmos 6:8,9 – Apartai-vos de mim todos os que praticais a iniquidade; porque o Senhor já ouviu a voz do meu pranto. O Senhor já ouviu a minha súplica; o Senhor aceitará a minha oração.

No tempo de Deus, Ele intervirá sobre nossas vidas atendendo ao nosso clamor. Então, por esse motivo, nós não devemos nos desesperar; porém, devemos estar constantemente buscando a face de Deus, reconhecendo que ao Seu tempo seremos restaurados.

É de extrema importância que o Cristão compreenda que para tudo existe um tempo determinado e que da mesma forma que nada neste mundo é eterno, as dores e dificuldades também não são. Tudo possui um início, meio e fim. O Salmo 6 nos ensina que, de tudo que devemos guardar, temos que guardar a nossa alma. Muitas vezes estamos propensos a olhar para as adversidades que se levantam, nos preocupamos com as enfermidades do corpo, e quando tudo vai bem visamos ganhar sucesso, reconhecimento, mas a palavra de Deus diz: Marcos 8:36 – “Pois, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” Este versículo nos faz lembrar daquilo que o salmista da sua preocupação, que é mais importante do que salvar o corpo, era salvar a alma, porque este corpo, um dia terá fim, mas a alma é eterna.

A parábola do rico insensato proferida em Lucas 12:21 nos convida à reflexão sobre qual será o destino da nossa alma: “Mas Deus lhe disse: Louco! Esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?” E a reflexão aqui gerada é: se persistimos em uma vida de pecado, para onde estamos caminhando? Se Deus nos chamar hoje, qual será o destino da nossa alma?

Por este motivo, devemos nos colocarmos em humildade e reverência diante de Deus, reconhecendo que somos falhos e pecadores, buscando o perdão de Deus, mas reconhecendo que ao seu tempo, veremos a sua intervenção a nosso favor. Ao lermos o, Salmos 6:3 “Até a minha alma está perturbada; mas tu, Senhor, até quando?”  Podemos observar o reconhecimento do salmista em virtude do seu castigo divino.   Este Versículo demonstra a dor que o salmista enfrentava durante o seu sofrimento que já perdurava por tempos.

Na oração realizada fica claro que o salmista não deseja que o Senhor venha remover a repreensão, ou seja, ele reconhece a necessidade da repreensão sobre a sua vida, porém ele deseja que essa repreensão ou esse castigo divino vinha estar totalmente acompanhado com a misericórdia, e também podemos compreender que há um pedido para que essa repreensão não veio a ser tão Severa a ponto já cometê-lo a morte.

Salmos 6:4-5 – A cura da alma torna-se mais importante do que a cura do corpo.

Salmos 6:4-5 – Volta-te, Senhor, livra a minha alma; salva-me por tua benignidade. Porque na morte não há lembrança de ti; no sepulcro quem te louvará?

Este versículo revela o desejo de alcançar a cura do corpo, porém a palavra de Deus nos ensina que mais importante do que a cura física ou do corpo físico é a alma. Então, podemos compreender que o interesse maior naquele momento não era apenas a cura do corpo, mas a cura da sua alma. Além de buscar a presença de Deus próximo a ele, o salmista demonstra um anseio imenso pela misericórdia do Senhor.

Compreendemos que Deus é Amor, misericórdia e justiça; essas três qualidades fazem parte do caráter de Deus e nós, como servos do Senhor, devemos buscar e clamar ao Senhor para que Ele responda às nossas orações segundo o seu propósito, exaltando o seu caráter e benevolência para conosco.

Salmos 6:6-7 – Reflexões sobre a Angústia e a Esperança.

Salmos 6:6-7 – Já estou cansado do meu gemido, toda a noite faço nadar a minha cama; molho o meu leito com as minhas lágrimas. Já os meus olhos estão consumidos pela mágoa, e têm-se envelhecido por causa de todos os meus inimigos.

Quando analisamos estes Salmos, compreendemos que o salmista já estava sofrendo por algum tempo. Quando o salmista diz: “mas tu, Senhor, até quando?”, devemos compreender que o tempo de Deus é diferente do nosso tempo, e isso nos leva a concluir que as consequências daquilo que fazemos irão perdurar em nossas vidas durante o tempo que Deus achar necessário.

Salmos 6:8,9 – Apartai-vos de mim todos os que praticais a iniquidade; porque o Senhor já ouviu a voz do meu pranto. O Senhor já ouviu a minha súplica; o Senhor aceitará a minha oração.

No tempo de Deus, Ele intervirá sobre nossas vidas atendendo ao nosso clamor. Então, por esse motivo, nós não devemos nos desesperar; porém, devemos estar constantemente buscando a face de Deus, reconhecendo que ao Seu tempo seremos restaurados.

É de extrema importância que o Cristão compreenda que para tudo existe um tempo determinado que da mesma forma que nada neste mundo é eterno, as dores e dificuldades também não são. Tudo possui um início, meio e fim. O Salmo 6 nos ensina que, de tudo que devemos guardar, temos que guardar a nossa alma. Muitas vezes estamos propensos a olhar para as adversidades que se levantam, nos preocupamos com as enfermidades do corpo, e quando tudo vai bem visamos ganhar sucesso, reconhecimento, mas a palavra de Deus diz: Marcos 8:36 – “Pois, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” Este versículo nos faz lembrar de que o salmista tinha como sua preocupação, onde mais importante do que salvar o corpo, era salvar a alma, porque este corpo, um dia terá fim, mas a alma é eterna.

A parábola do rico insensato proferida em Lucas 12:21 nos convida à reflexão sobre qual será o destino da nossa alma: “Mas Deus lhe disse: Louco! Esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?” E a reflexão aqui gerada é: se persistimos em uma vida de pecado, para onde estamos caminhando? Se Deus nos chamar hoje, qual será o destino da nossa alma?

Por este motivo, devemos nos colocarmos em humildade e reverência diante de Deus, reconhecendo que somos falhos e pecadores, buscando o perdão de Deus, mas reconhecendo que ao seu tempo, veremos a sua intervenção a nosso favor.

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Written by : Ministério Veredas Do IDE

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